As mamas podem variar entre as diferentes populações e diferentes idades. Estima-se um tamanho médio entre 250 e 300g. Já para uma mulher com as mamas hipertróficas (muito grandes), cada mama pode chegar a 600g ou até mesmo 1 kg. A gigantomastia pode ser considerada como mamas maiores que 2,5Kg. Já pensou como isso pode ser desconfortável e até causar problemas de saúde?

O excesso de peso nas mamas é o responsável por queixas frequentes, como dor nas costas, baixa autoestima e assaduras em mulheres de todas as idades. Reduzir as mamas por meio de cirurgia plástica é o caminho muitas vezes indicado para sanar esse problema, e o procedimento pode ser feito já na adolescência, desde que levando em consideração algumas ressalvas.
O tamanho dos seios está diretamente ligado a questões genéticas, mas também não podemos deixar de lado a interferência hormonal e da obesidade nesse processo. Os hormônios não vão interferir no volume ou formato dos seios, mas podem fazer com que seu crescimento seja acelerado. Já a obesidade, naturalmente, causa um maior acúmulo de gordura no tecido da mama.

A cirurgia plástica de redução das mamas, também chamada de mamoplastia redutora, pode ser feita já na adolescência levando em consideração dois parâmetros importantes:

IMC: índice de massa corpórea
Menarca: idade da primeira menstruação

Segundo estudo publicado na revista Plastic and Reconstructive Surgery pacientes obesas podem apresentar crescimento mamário até 9 anos após a menarca, sendo não aconselhável opera-las antes desse período com altas chances de a mama ainda crescer. No entanto, pacientes com peso apropriado para a idade ou somente sobrepeso pode ser operadas a partir de 3 anos após a menarca, pois são baixas as chances de crescimento mamário no pós-operatório.

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